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Victória Ariante, aproveitou a quarentena para lançar seu novo projeto “Anfiteatro” trazendo entrevistas em lives no Instagram

Neste período de pandemia, a bailarina, atriz e diretora santista, Victoria Ariante, lança o projeto Anfiteatro, que consiste em lives no Instagram a fim de debater aspectos do teatro e das artes em geral frente ao momento de isolamento.

As lives estão ocorrendo semanalmente,toda quarta-feira, às 21h, pelo Instagram @victoriaariante, seguindo o conceito etimológico da palavra anfiteatro, onde os espectadores ficam dispostos em ambos os lados do palco. Desta vez, adaptando-se à tecnologia e às condições geradas pela quarentena, Victoria recebe um convidado online, onde conversam sobre teatro e arte.

Dentre os convidados que já participaram, estão Duda Maia, diretora do espetáculo “Elza”, os atores e músicos Renato Luciano e Eduardo Rios, ambos integrantes da Cia. Barca dos Corações Partidos e Letícia Soares, protagonista do musical “A Cor Púrpura”.

Victoria Ariante é atriz, bailarina e diretora, graduada em artes cênicas pela Escola Superior de Artes Célia Helena e em teatro musical pela 4Act Performing Arts, com passagem pela Escola Livre de Teatro de Santos. Atualmente, na cidade, dirige o grupo Trama – Teatro Musical, da Escola de Ballet Lúcia Millás.

Na capital, dentre seus trabalhos mais recentes, destacam-se a direção do espetáculo ‘Se Essa Lua Fosse Minha’, com indicações como melhor direção pelo portal Broadway World e melhor musical pelo prêmio Bibi Ferreira de 2019. É diretora associada de ‘Out of Water – A Brazilian Pocket Musical’, em Londres e foi assistente de direção de ‘Cargas D’água – Um Musical de Bolso’, o qual também foi swing feminina e diretora de movimento. Foi também preparadora de elenco de ‘Pluft, o Fantasminha’, da Cia. Vila Teatro, contemplado pelo Circuito Cultural Usiminas – Série Espetáculos Didáticos.

Victoria está em fase de produção da montagem do espetáculo “A Máquina Maluca”, baseado no livro homônimo de Ruth Rocha. O livro conta a história de um cientista, o professor Batista. Ele também era inventor e, certo dia, inventou uma máquina que fazia tudo, tudo mesmo: acendia e apagava as luzes da rua, produzia pão e engarrafava o leite, entre outras maravilhas. As pessoas pararam de trabalhar, claro. Quer dizer, o único trabalho delas era levar para a máquina o que ela, às vezes, pedia. Mas com o tempo a máquina começou a exigir demais: 20 mil latas de goiabada, mil litros de perfume francês e até uma fantasia de carnaval. Quando perceberam, as pessoas estavam trabalhando muito mais do que antes, só para satisfazer aos desejos dessa máquina tão estranha. Atemporal, bem-humorado e reflexivo como toda obra de Ruth Rocha, A máquina maluca também aborda as complexas relações entre homem e máquina, ou melhor, entre o fascínio das invenções científicas e a dificuldade de dar a elas um uso adequado, fazendo permanecer a dignidade humana e as relações intrínsecas ao convívio social e familiar.

A peça é autorizada pela própria autora.

Devido a pandemia do Covid-19, o espetáculo ainda não tem data confirmada para a estreia em São Paulo. Mas já é possível acompanhar @amaquinamaluca no Instagram para mais informações, como elenco, equipe criativa e curiosidades da obra.

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