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Débora Reis entra no elenco de ‘O Frenético Dancin´Days’, que chega esta sexta a São Paulo

São Paulo é noite, é festa, é luz e som. Lugar ideal para reviver os anos gloriosos da disco music e celebrar a década de 70. Grande sucesso da temporada teatral carioca, o musical ‘O Frenético Dancin´Days’ finalmente chega a São Paulo, a partir de sexta, 15 de março, no Teatro Opus, com uma novidade no elenco: a entrada da atriz Débora Reis, substituindo Stella Miranda.

O espetáculo resgata a aura mítica em torno da Frenetic Dancing´Days Discotheque, que foi um marco na noite brasileira, especialmente a carioca, com apenas quatro meses de funcionamento, ditando moda, comportamento e celebrando a liberdade, quando o país estava em plena ditadura militar. A boate renasceu em forma de musical e, mais uma vez, a magia se fez: ‘O Frenético Dancin´Days’ já foi visto por mais de 60 mil pessoas na temporada carioca. Nelson Motta (ao lado de Patrícia Andrade) assinou o texto com a absoluta propriedade de quem foi um dos fundadores da boate e viveu toda a agitação que marcou o Rio naquela época. O musical conta a história da Frenetic Dancing´Days Discotheque, boate idealizada, em 1976, pelos amigos Nelson Motta, Scarlet Moon, Leonardo Netto, Dom Pepe e Djalma. Deborah Colker aceitou o desafio e fez sua estreia na direção teatral, além de assinar as coreografias, ao lado de Jacqueline Motta. A realização é das Irmãs Motta e Opus, produção geral de Joana Motta, com patrocínio da MetLife e Alelo e apoio da Unisys eArcelorMittal.

Autor de musicais consagrados como ‘Elis, a musical’, ‘Tim Maia- Vale Tudo, o musical’ e ‘S´imbora, o musical – a história de Wilson Simonal’, Nelson Motta afirma que nunca foi tão feliz com um espetáculo. “Esse musical é uma festa, as pessoas ficam enlouquecidas na plateia, parece que estamos mesmo voltando aos tempos da boate. É uma alegria imensa”, festeja. Eu sabia da potência, da força do Dancin´Days, de como ele mudou a cidade. A boate chegou com esse caráter libertário, lá as pessoas eram livres, podiam ser como elas são. Isso tem uma grande força política, social, filosófica, artística. Não há nada como o livre arbítrio, estar em um lugar onde você vai ser quem você é”, afirma Deborah.  

O musical é uma superprodução, com 17 atores e seis bailarinos, escolhidos através de audições, à exceção de Érico Brás (Dom Pepe) e Débora Reis (Dona Dayse). O elenco é formado ainda por: Ariane Souza (Madalena), Bruno Fraga (Nelson Motta), Cadu Fávero (Djalma), Franco Kuster (Léo Netto), Ivan Mendes (Inácio/Geraldo), Renan Mattos (Catarino), Karine Barros (coro/stand in feminino), Larissa Venturini (Scarlet), Natasha Jascalevich (Bárbara),  além das Frenéticas: Carol Rangel (Edyr de Castro), Ester Freitas (Dhu Moraes), Ingrid Gaigher (Lidoca), Stephanie Serrat (Regina Chaves), Larissa Carneiro (Leiloca) e Giselle Lima (Sandra Pêra).

Deborah Colker (premiada na Rússia com o Prix Benois de la Danse, considerado o Oscar da Dança) assina também as coreografias (ao lado de Jacqueline Motta) e tem ao seu lado uma ficha técnica de peso: Gringo Cardia (cenografia e direção de arte), Maneco Quinderé (desenho de luz), Alexandre Elias (direção musical), Fernando Cozendey (figurinos) e Max Weber(visagismo). Passarão pelo palco os principais personagens que marcaram não apenas a história da boate, mas da cultura nacional.

Os cenários e figurinos recriam a atmosfera disco, mas com uma identidade própria. “A minha inspiração foi a estética de como as pessoas se comportavam na época e o quão ousadas eram no vestir”, explica Fernando Cozendey. “O desafio foi trazer o shape 70 atualizado, criar algo que ainda provocasse espanto, alegria e libertação para um público em 2018. O espetáculo para mim é sobre transgressão de ser, vestir, dançar, existir”, acrescenta.

A direção musical de Alexandre Elias também acompanha o espírito da época e inova ao trazer um DJ pilotando a música ao vivo. “Quando a Joana Motta me convidou para esse projeto, ela veio com essa “sacada” que iríamos contar a história de uma discoteca e que devíamos ter um DJ. E, no caso do Dancing´Days, o DJ Dom Pepe era uma das figuras centrais”. Para construir os arranjos, Alexandre Elias passou meses pesquisando e optou pela técnica dos samples. “Estamos usando tecnologia de ponta nessa área, misturei elementos dos arranjos originais, que são clássicos presentes na nossa memória afetiva, com ideias minhas e da direção, para chegarmos ao resultado final”, explica Alexandre.

Ficha Técnica

Texto – Nelson Motta e Patrícia Andrade

Direção geral – Deborah Colker

Direção Musical – Alexandre Elias

Coreografia – Deborah Colker e Jacqueline Motta

Cenografia e direção de arte – Gringo Cardia

Desenho de luz – Maneco Quinderé

Figurinos – Fernando Cozendey

Visagismo – Max Weber

Assistente de direção: Gustavo Wabner

Colaboração artística: Toni Platão

Produção de elenco: Cibele Santa Cruz

Produção geral – Joana Motta

Gerente de Produção Opus – Graziele Saraiva

Direção de Produção – Renata Costa Pereira e Edgard Jordão

Produção Executiva – Vanessa Campanari

Realização – Irmãs Motta e Opus

Patrocínio – MetLife e Alelo

   Apoio – Unisys e ArcelorMittal

Estreia:  15 de março

INGRESSOS:

Plateia baixa central – R$170,00

Plateia baixa lateral – R$150,00

Plateia alta – R$130,00

2º plateia alta – R$75,00

Balcão nobre – R$75,00

HORÁRIOS:

Sexta-feira: 21h

Sábado: 17h e 21h

Domingo: 18h

Local:

Teatro OPUS (Av. das Nações Unidas, nº 4777 – Alto de Pinheiros/ 4o piso – Shopping Villa-Lobos)

www.teatroopus.com.br/

Classificação: 12 anos
Duração: 120 min.

Capacidade: 751 pessoas

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